“Dou duas voltas no quarteirão, encontro 200 pessoas e não vejo nenhuma criatura humana. Olho na vitrine das lojas e não há nada que me interesse. No entanto, tudo tem preço. Uma guitarra, ora, porra, pra que me serve uma coisa dessas? Só se for pra tacar fogo. Toca-discos, tevê, rádio. Tralha inútil. Bugiganga imprestável. Um troço pra embrutecer o cérebro. Como soco com luva vermelha de 200 gramas. Popt. Te derruba no chão.”
Muitas vezes, quase todas, quando vou aos shoppings ou saio por aí tudo isso vem. Vem ao meu encontro e esbarramos e eu pergunto de novo se sou desumana ou estou apenas perdida. Vai saber… mas eu prefiro a segunda opção. O que já me torna bem melhor do que muitos outros.
ah… e tem uma muito boa!
“Intelectual é aquele que diz uma coisa simples de um jeito complicado. Artista é quem diz uma coisa complicada de um jeito simples. ”
da mesma pessoa.